domingo, 19 de dezembro de 2010

Transformacoes

Drogas transformam as pessoas em emocionais
E emocionais possuem a visao
A visao que os superiores escondem e transformam
As mulheres sao emocionais
Por isso em um comite decidiram
A liberdade das mulheres no mercado de trabalho e outros setores
Para que menos emocionais fiquem
E mais logicas se transformem
Cuidado amigo voce nao eh livre..
A gaiola que é grande demais...

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Presente

Escuro e olhos fechados..
Cores e olhos vendados..
Porem abertos..
Ainda escuro pois vendados..
Sem vendas, cores nítidas..
Um sentimento de vazio..
Pois mesmo de cores nítidas a presença é escura..
Com esforço, colore-se a presença,..
Agora o que não deixa ser completo..
É a escuridão dos pensamentos..
Ruídos...
Pensamentos devem ser utilizados..
Mas apenas na hora de serem utilizados..
Que força é esta que te envia pensamentos sem requisições?
A mesma que quer te deixar nas iniciais escuridões..
Sem cores, sem luz, sem olhos, sem sentimentos..
É como não ouvir o som e continuar tocando o instrumento..
Toque de lado esta força estranha..
Exale dos olhos a luz das cores em emoções tamanhas..
Força não te assanhas..
Não te tornes mais domadora de bandos..
Enfim obedecendo,
Eu estou no comando.

Polinizando

Diante de curvas brancas
Saídas são tantas
Que de única semente surgem plantas
Bruxas, feiticeiras e santas
Que espalhem como fluído,
Paz de suas brancas mantas
Fluído tal que como pequenos átomos
Sejam capazes de flutuar nos oxigênios por milenios e milenios
Incapazes de se desfazerem nem com suplicio de tres desejos de gênios ingenuos
E que possa florir os campos internos com amores fantasiados de premios

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Saudade da Rotina

Cade a rotina que me impertinava?
Me perseguia e agora me abandonara
Me chateava e acorrentava
Agora desaparece em meio a maré braba

Nunca ei de imaginar sentir tanta ausencia
É preciso alguns goles de paciencia
Se a cada descida à rua é uma nova experiência..

Me impertine novamente rotina
Me preencha de descanço e mesmice
Me isole de tantas maluquices e crendices

Meu cerebro e corpo não mais se fingem de morto
Sou mais um desaparecido e desapercebido louco

Caminhando em meio a novidades
Pensando alem das normalidades

Nem meus pensamentos mais eu conheço
Quero a rotina da terra prometida que eu mereço
Da cidade que foi meu berço
Se não desse prédio eu não mais desco.

sábado, 30 de outubro de 2010

Aprendizado

Circunferencia branca cortada ao meio
Ou seja..
Isopor de maquete de eras infantis..
Escola, coleguinhas e professoras
Cola tenaz, borrachas de duas pontas
Vermelhas e Azuis..
Canetas bics
Lapiseiras extintas
Voce tem um grafite zero sete?
Me empresta o apontador?
Aproveita e me empresta uma folha de fichário..
O que usava óculos era o mais zuado
O mais lerdo também..
As meninas ficavam de olho nos bagunceiros..
Os bagunceiros não estavam nem aí para as meninas..
E elas até hoje não aprenderam.

Às Origens

Segue minha caravela esperançosa em busca ao tesouro..
Cheia de vontade como tripulantes
E audaciosa como pipas amarradas em 10zões de barbantes

Enquanto que..
Em paralelo utópico..
Caravelas aliadas desbravam também em busca dos próprios ópios
Usando binóculos para enchergar de perto e de longe microscópios

Mas,..

Quando a minha,
Encontra o precioso pote de tesouro de ouro..
Eis uma chicotada de couro de touro no couro...

Não acreditam..
É preciso mostrar visualmente..
Não enchergam..
É preciso sentir emocionalmente..
Ainda que duvidem..

Sabemos que todos os piratas possuem seus diferentes mapas
E ainda insistem em dizeres e em se debaterem..

- Este não é o seu tesouro..

Então vos digo convicto:

- Seus mapas apontam para falsos valores,
Falsos amores,
Graves pudores e caros licores..
Mapas e listas em listras sem pistas..

Completo..

Os tesouros sempre estiveram nas mãos dos alquimistas.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Momento Ansioso

Ansioso comendo uma broa que nao se acaba mais
Sao energias que trago de minha cidade natal
De minha mae que construiu este delicioso material unindo materiais
Ainda tenho algumas ansiosas missoes ociosas
Em varrer-me do banho ao guarda-roupa..
E um razante pras ruas idosas..
Essa sexta-feira ansiosa..
Me coloco em provas próprias..
Preciso seguir pelas pistas minusciosas
Desvios, bloqueios, carros e curvas perigosas

Pra falar de trabalho agora não é a hora boa..

Pulo e chego no lar de onde nasceu aquela broa
E percebo mais,..
Como foram rápidos os momentos materiais..

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Obrigado!

Nossa,..
Pelas horas, me esqueci de dormir..
E daqui a pouco terei de acordar..
Mesmo acordado, como seria acordar?
Triste é ser obrigado a agir naturalmente..
Mas se posso assim agir,..
Obrigado!

O Egocentrico

Olhe para aquela parede!
É branca, estática e fria.
Feita de concreto e possui muitos furos
Mas ainda sim, é uma parede!
Não deixa de ser dura e não possui sentimentos
Além do mais, hoje não chora pelos cimentos..
E se esqueceu de quem a fez nascer..
E então se esqueceu de quem a fez crescer..

Mistério do Mundo

Em que velocidade segue a vida?
Ou mundo?
Qual a diferença entre o mundo e a vida?
Existe gravata de vagabundo?
Ou seria o inverso?
De vagabundo só existe o mundo
Ou de vida somente vagabundo?
O que é ser limpo de corpo e de espírito imundo?
Onde estão minhas coisas?
Se perco meus proprios objetos,
Como posso saber onde se encontram os dignos ?

Descoberta 1

E fico levemente embriagado na compleição física ou porte de bons afeiçoados.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Questão 3

Quantos mais comerciais da Coca terei de assistir para me convencerem a não matar a sede com água?

Questão 2

O que é uma leitura antiga se hoje eu leio novamente e sendo eu hoje diferente de ontem ?

Posição

Talvez eu fosse o lider do trânsito
Talvez eu fosse o último dos carros
Como ser um carro e ao mesmo tempo ser humano?
Como seres humanos controlam carros?
Como seres humanos controlam pessoas?
Como seres humanos são incapazes de controlar a si mesmo?
Como ser humano e ao mesmo tempo ser carro?
Talvez eu fosse o escravo do trânsito
Talvez eu fosse o primeiro dos carros

Ilusão e Inocência

Ainda não conheço uma completa
Quando és bela, és fraca de intelecto
Quando senão, o vice-versa
Mas nos meus quinze a ordem era hermética
Erradas crenças bonitas e poéticas
Mas não é do jeito que me ensinaram
Tanta lucidez ao redor de apnéia..
Era melhor ser Ulisses da mitologia romana
E viver a verdadeira odisséia..
A descobrir imaginações em prosopopéias
Mas bem que podia ser verdade..
E hoje ainda, como naquela gula de caçula
Em produção de imaginações como células pela medula
Reparo..
Quanto fordismo disfarçado de gente
E quanta gente sem disfarce..
Quantas emoções serão necessárias pra provar minha catarse?

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Questão 1

Porque ninguém tem amigo mendigo?

Abismo

Não leia minha poesia!
Não..
Eu inventei, por favor, retire o Não...
Mas de onde tirar esse Não?
Quanta confusão que já Não mais sei..
Mas sei de um segredo,
Que de tantos erros do mundo haverão mais sorrisos..
Pois do mundo são os erros e Não no mundo..
E os abismos?
Que estes só observei em desenhos animados..
E nestes se encontram os inanimados e desanimados..
Mas Não caindo...
Pois os que assim estão,..
Estão sorrindo...
Sentindo a verdadeira felicidade de tomar uma decisão..
Ar puro em fluxo ao corpo trazendo a vitoriosa sensação..
Que pena de quem nunca se aventurou no abismo,..
E apenas o observa..
Haja força em aguentar dependurar-se no topo da insegurança..

domingo, 3 de outubro de 2010

Violencia Inesperada

É o degelo da brasa de enredado aquecimento
Os pés são obrigados a posicionar-se na vertical
Mas e o cordao?
Este então,..
Com metade aguardando no pescoço
A outra espera no cimento
Brota de tão instantânea "fôrma" e forma
Que adormece o desacordado
E desperta atentamente o estado atento
Inexplicável e inesperado
Fluído de delírios em ritmo rápido
E lento
Entra em cena o conflitante auto controle
Mas intransitável é tal engenho naquele exato momento
Então pra que mais agora eu sirvo?
Logo descubro quando ouço
Em tamanho amor fraternal
O mais importante meu filho é que você está vivo!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Michele

Mas por que tanta tecnologia atraente aos pequenos?
Instantaneo prazer e amor de flechas e arcos...
Cupidos, anjos e leigos amassos...
Hoje é raro assistir a contagem até cinquenta,...
Era gostosa onde cafés e leites se divertiam ao modo aprenda...
Lembra? Na rua, na linha, piques e risos?
Era boa e perfeita pra educar nossos filhos..

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O Inocente

Corria pela rua escura, o poste iluminava amarelo, as sombras se confundiam com o ceu...
Era noite naquele beco, talvez a mais escura possivel para aquele dia..
Somente os olhos negros dentro de brancas e redondas esferas faziam a diferenca no clima acinzentado daquele espaco...
Era um ambiente tipico para pequenos gatos ariscos e tampas de latoes de lixo balancando em cima de agua parada e iluminada pelo poste..
Em seu topo, um chapeu a la Sherlock Holmes. Vestia um sueter de lan de aparencia velha e marrom escuro.
Derepente, como em uma discoteca, o beco comeca a mudar de cor, entre azul, preto, vermelho, azul, preto, vermelho...
E a luz amarela agora ilumina um chapeu na vertical, duas esferas cobertas por palpebras, e duas argolas prateadas envolvendo dois bracos de quem vestia um velho e bom sueter de lan criado por uma senhora.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

De graça

Mais ou menos assim..
A lua..
Redondinha...
Mais ou menos oval...
Um queijo....
Ela parece mesmo com um queijo...
Quando ela fica...
Daquele jeito que parece uma unha cortada...
Significa que alguem mordeu...
Aquele pedaço da lua...
Quem morde a lua não está com fome...
E sim com a mesma vontade...
Que você tinha quando mordia um biscoito recheado para fazer um sorriso nele...
E sem pensamentos negativos, sorria junto com o biscoito....
Coisa que hoje em dia é dificil acontecer nos adultos...
Que nem mesmo livres a noite olham para a lua mordida...
De graça...

domingo, 6 de junho de 2010

No Escuro

É como um saco de lixo,…
Na maioria das vezes escuro e cheio…
Deitado no canto, no banco, no meio…
Ninguem percebe e todos acham feio…
O deixam lá a espera de uma luz..
Um destino…
Ainda assim,..
Ainda o deixam…
Acreditam que dali ele vai sair…
Ele sai, mas volta..
Cada vez com mais papel, com mais latinha…
Com mais lixo…
Lixo valioso para um "qualquer"..
Que sem se preocupar com coisas materiais,..
Ainda anda a pé…
Jamais Doutor,..
Pra sempre um Zé..
Deitado no canto, no banco, no meio do nada..
Não corre perigo mesmo sem um abrigo…
Jamais Doutor,..
Pra sempre Mendigo…

Churros de Chocolate